02 agosto, 2008

Simbolos

OUTROS SÍMBOLOS
ABELHA:
A abelha extrai seu alimento das flores e vive em perfeita organização social, por isso, tornou-se um símbolo de pureza e disciplina. Simboliza pureza (por ser um animal que vive entre as flores), disciplina (devido à organização exemplar das colméias), trabalho (pela atividade incessante das abelhas operárias) e realeza (o poder exercido pela abelha rainha é reconhecido e respeitado por todas as outras). Na Grécia antiga, era o símbolo das sacerdotisas de Éfeso e Elêusis, que se chamavam "abelhas" e que preservavam a virgindade da mesma forma que as abelhas operárias.

ABISMO: Por não ter começo nem fim, representa os limites desconhecidos, a origem e o fim do mundo, a infância e a morte, o mistério, enfim, tudo o que permanece obscuro em nossa mente.

ABUTRE: Entre os antigos egípcios era considerado como o animal favorito dos faraós (ave protetora e senhora do destino dos mortais).
Para os indígenas norte-americanos representa o purificador, aquele que elimina os restos mortais. Na cultura maia, era um símbolo da morte.
Os gregos acreditavam que nos movimentos de vôo do abutre estavam ocultas certas mensagens dos deuses e o relacionavam com Apolo, o deus Sol.
Na África, o abutre é tido como um animal de grande sabedoria, conhecedor dos segredos da transmutação, capaz de transformar a matéria morta (carniça) em energia vital (alimento). Transmutador da matéria, o alquimista da natureza.
Vivem nas planícies da África... Alimentam-se das carcaças de grandes animais mortos, caçados por leões e outros predadores. Comem os músculos, os intestinos etc.
No sentido geral da simbologia, para os ocidentais, é considerado um animal de mau agouro...

ÁGUA, AR, FOGO e TERRA: A astrologia é baseada nos quatro elementos do universo: Ar, Terra, Fogo e Água, cada qual representando um aspecto da natureza humana.
Cada um dos quatro elementos é representado por três signos, formando assim quatro trígonos. Utilizar a magia dos quatro elementos é, simplesmente, seguir as leis e os acessórios fornecidos pela Mãe-Terra...
A astrologia é a leitura da linguagem simbólica da energia criadora que se manifesta na natureza. Os quatro elementos, representam diferentes formas de expressão dessa energia e são os construtores invisíveis das estruturas da vida.
Cada elemento é, portanto, um tipo básico de consciência ou atividade que opera em cada indivíduo. Cada pessoa responde a essa influência de um modo particular, conforme o modelo básico que corresponde ao seu mapa de nascimento.
O balanço dos elementos permite identificar se essas quatro forças do universo estão equilibradas ou desbalanceadas na psique das pessoas.
— O elemento água traz a sensibilidade, a emotividade e a empatia. Elemento da natureza apontado como o princípio de todas as coisas. Representa a purificação, a regeneração, a profundeza e o infinito. Em quase todas as culturas, a água aparece como símbolo da força feminina e da emoção, associada à fertilidade e à vida. No aspecto negativo, a água simboliza a destruição.
— O elemento terra traz a estabilidade, a praticidade e o contato com a realidade. É o oposto do céu e está associada à força feminina e a tudo o que é misterioso. Representa o concreto, o real e em muitas culturas, relaciona-se à "Grande Mãe", fonte dos alimentos e da vida.
— O elemento fogo traz a iniciativa, o entusiasmo e a expressividade. Elemento da natureza que simboliza o poder regenerador, a purificação, a destruição necessária para o renascimento. Fascina o homem desde a antigüidade, foi venerado por muitos povos e está presente em quase todas as cerimônias iniciáticas. Relaciona-se ao sol e à luz.
— O elemento ar traz o pensamento racional, a intelectualidade e a sociabilidade. Elemento da natureza que simboliza a instabilidade, a mutação constante e o movimento. Representa a força masculina, está relacionado ao pensamento e à comunicação.
Para exemplificar um balanço de elementos vamos entender o que acontece com uma pessoa que possui muitos planetas em signos de fogo. Isso implica que essa pessoa possui um desequilíbrio dos elementos devido ao excesso de fogo. E isso traz conseqüências para a formação psíquica dessa pessoa, fazendo com que ela tenha um excesso de energia vital que traz exageros na auto-confiança, no entusiasmo e na individualidade, podendo ser uma pessoa egoísta, vaidosa, egocêntrica, sem tato, extravagante e auto-indulgente.
Nota: no pensamento taoísta chinês, os elementos da natureza podem ser classificados em 5 tipos: metal, madeira, terra, água e fogo. Esses cinco elementos não são somente os materiais aos quais os nomes se referem, mas correspondem à metáforas e símbolos para descrever como as coisas interagem e se relacionam umas com as outras.

ALFA : Alfa é a primeira letra do alfabeto grego e Omega, a última. Por isso, representam o começo e o fim, respectivamente.

ALHO: O alho antes de tudo, é um amuleto de boa sorte. Possui energia que garante proteção para qualquer ocasião. Seu enorme poder purificador criou a famosa simbologia do alho como arma contra os vampiros. Em certas regiões da Itália, Grécia e Índia, ramalhetes de alho amarrado com uma fita vermelha, são pendurados dentro de casa. Esta prática evita a má sorte entrar.

ALMA: A palavra grega "psychê", que significa alma, tornou-se um sinônimo moderno de "mente".

ALTAR: É o lugar onde são oferecidos cultos e sacrifícios aos deuses. Montado acima do nível do chão simboliza a elevação das preces e oferendas. Representa também o refúgio, a proteção e o contato com o divino.

ÂMBAR: Âmbar é a seiva fóssil petrificada de um pinheiro que existiu há milhões de anos atrás, ou seja é a resina fossilizada das coníferas, extintas a 50 milhões de anos, aproximadamente.
Num geral é uma resina fóssil amarelada utilizada na fabricação de jóias e outros objetos...
Em seu interior, dentro dessa resina, normalmente, são encontrados fragmentos de pequenos insetos, flores, pétalas, sementes e outros remanescentes de origem pré-histórica, por isso é uma das preferidas dos arqueólogos.
Origem do nome: Os romanos o conheciam como sucinnum, que significa “pedra de seiva”, e também foi chamado de electrum, do qual vem “eletricidade”, pois foi utilizado nas primeiras demostrações de eletricidade estática.
Foi a primeira substância usada pelo homem com fins decorativos e foi encontrada em sítios arqueológicos da Idade da Pedra, sob a forma de talismãs e amuletos. No Tibete, o âmbar está associado com a busca da perfeição e do equilíbrio interior.
Tem brilho graxo, transparente a translúcida, devido as bolhas de ar que contém.
Cor: acaremelada à pálida. Pode ir do amarelo claro ao marrom escuro; laranja; vermelho; branco; ocasionalmente esverdeado ou azulado, devido a forte fluorescência. Traço: branco, frágil, fratura totalmente concóide, combustível, sensível ao calor, ao álcool e água quente. Encontra-se nas argilas do terciário inferior.
Nomes utilizados no mercado: âmbar bloco, âmbar báltico, âmbar claro, âmbar siciliano, âmbar birmanês, âmbar romeno, âmbar prensado (ambaróide), âmbar dominicano, rumanita, âmbar chinês, simetita, gedanita, âmbar espumoso, âmbar pastardo, âmbar azul, âmbar maciço. Existem as variedades: âmbar de mar e âmbar de mina.
Na simbologia, o âmbar é usado para proteção, sorte, beleza, amor, cura, vigor. O âmbar detém o poder de afastar doenças do corpo. É benéfico colocar a pedra numa parte do corpo com desequilíbrio ou dor, ela absorverá a energia negativa e ajudará o corpo a restabelecer-se.
Também indicado para pessoas com tendências suicidas ou auto destrutivas. Estabiliza e desperta a kundaline. Magnifica a beleza natural, estimula a felicidade e amigos para os solitários. Um colar em volta do pescoço protege a saúde. Ajuda contra a perda de memória, dificuldades para tomar decisões, ansiedades e comportamento excêntrico.
Analogias: Energia: projetiva. Planeta: Sol. Elemento: fogo, éter. Chakras: esplênico e plexo solar. Tarô: A Morte. Signo: Leão.

AMULETO: É um objeto usado para afastar as más influências e tem o poder de neutralizar as energias negativas.

ÂNCORA: Único apoio dos navios durante as tempestades, a âncora simboliza a esperança, constância, segurança e fidelidade.

ANDORINHA: Como é uma ave migratória, que chega sempre na primavera, está associada à luz, à fecundidade e à ressurreição (como as flores que ganham uma nova vida após os rigores do inverno). Na África, é também um símbolo de pureza, pois a andorinha nunca pousa no chão e assim ele não suja os seus pés.

ANEL: Anel é uma pequena tira circular, geralmente de metal, simples ou com engaste de pedras preciosas, esmalte, entre outros, que se usa nos dedos como adorno ou símbolo.
Na simbologia, o anel representa a "força" circular, sem começo nem fim, simboliza a eternidade, o elo indestrutível, a união e a fidelidade. Segundo as crenças populares, perder ou quebrar um anel é prenúncio de má sorte.
Os anéis de noivado e casamento, as alianças, procedem de uma idéia mágica: a formação de um círculo protetor em torno do casal, que os liberta de influências estranhas e os protege da inveja alheia.

ARCO-ÍRIS: Simboliza a união entre o céu e a terra, na mitologia associava-se à Íris, mensageira dos deuses.

AROMAS:
Alecrim: É um excelente vitalizante.
Alfazema: É relaxante.
Âmbar: Confiança e calor; ajuda na intuição e escolher as coisas certas, também confere alegria.
Cravo: Desbloqueia a energia e ajuda derreter o isolamento.
Erva Cidreira: Calmante.
Eucalipto: Confere lucidez e expansão; ajuda a contatar com a intuição e inspiração.
Jasmim: Conecta o terceiro olho com o chakra do coração; ajuda a abrir a intuição e facilita a visualização.
Lótus: Linda, pura, branca, nasce no lodo, como nós que temos o pé na matéria e podemos nos expandir para a luz total.
Menta: Desbloqueia o terceiro olho, solta velhos padrões de pensamento e melhora a concentração.
Mirra: Eleva o espírito.
Pitanga: Limpeza de ambientes.
Rosa: Ajuda a curar as feridas do coração e a transformar o amor em amor incondicional; ajuda os sentidos.
Sândalo: Enfatiza a energia sexual e ajuda a integrar o sexual com o espiritual durante o sexo.
Violeta: Meditação e espiritualidade.

AURA: A aura processa as energias que recebe de dentro para fora. Existem três camadas de aura: a primeira é a saúde, a segunda é o emocional e a terceira é o racional (mental). Para ampliar a aura recomenda-se caminhar "olhando para o infinito".

BANHO: Simboliza a purificação, a renovação e o renascimento. Mas também pode significar languidez e luxúria.

BARCA: Representa a passagem de uma vida para outra e serve para transportar as almas que estão no reino dos vivos para o reino dos mortos.

BATISMO: Ritual de purificação que simboliza o renascimento do espírito.

BEIJO: Gesto que simboliza amor e união pode ter tanto um sentido sagrado como o beijo que se deposita na mão de um soberano ou aos pés de uma divindade, como sensual - no caso dos beijos eróticos. Pode ainda ser uma manifestação de amizade ou de amor fraternal.

BOCA: A boca simboliza o poder da palavra. No antigo Egito, havia um cerimonial para a abertura das bocas das múmias, a fim de que as almas dos mortos pudessem falar com os deuses, representando um canal de comunicação.

BODE: Seu principal atributo simbólico é o da força sexual masculina. Na Grécia antiga, servia de montaria para os deuses e na Índia era consagrado ao deus do fogo.

BORBOLETA: É um símbolo da alma, pois da mesma forma que abandona a crisálida para voar, o espírito se liberta do corpo físico para ganhar espaço infinito. Representa também o renascimento e a imortalidade. No Japão, está associada à mulher, a metamorfose de seu ovo para lagarta e depois para crisálida e borboleta, indica as etapas da alma para a iluminação. E duas borboletas juntas indicam felicidade matrimonial.
A mudança... "O poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e de mudá-la, é a arte da transformação... A gente deve observar a nossa posição na vida e, como a borboleta, nós sempre estamos em algum estágio de atividade:
- Podemos estar no primeiro estágio, onde a idéia nasce, mas ainda não é uma realidade, é o estágio do ovo, o ponto de criação de uma idéia;
- O segundo estágio, da larva, é onde temos que tomar uma decisão;
- O terceiro estágio, do casulo, é o desenvolvimento do projeto, é fazer para realizar;
- E o estágio final, a transformação, é deixar o casulo e voar, é a realização!
Percebendo onde estamos, podemos continuar. Use o ar e os poderes mentais.
Tenha clareza mental e procure organizar um projeto, assim, você subirá o próximo degrau de sua vida!"
A principal mensagem é: Criar, transformar, mudar e ter coragem para aceitar!

BRUXA: Uma delas, a Ignácia, é uma cândida bruxa da floresta, ótima inventora e a melhor contadora de estórias da região; artista renomada é capaz de captar a inspiração elemental e passar para suas obras a mais pura essência mística; o convívio com Ignácia traz às pessoas um incrível despertar do raciocínio e crescente poder criativo. Outra bruxa é a Brígida, uma bruxinha mestra, ela está sempre disposta a ensinar seus truques a quem demonstrar interesse por magias, ela ainda pode transformar a vida de quem a mantém em contato.

CABELO: Representa principalmente força e poder. Na antigüidade, cabelos longos e soltos eram um símbolo de liberdade e nobreza entre os homens. Nas mitologias grega e hindu, as divindades mais terríveis sempre foram representadas com cabelos enormes e despenteados. Para as mulheres da Idade Média, não cortar os cabelos era uma demonstração de castidade. No Tibete e na Índia, os monges cortam os cabelos em sinal de devoção e humildade. Raspar a cabeça também faz parte de muitos rituais de origem africana, como a Umbanda e o Candomblé.

CADUCEU: Bastão dotado de poderes mágicos, apresenta duas serpentes entrelaçadas. Foi interpretado como símbolo da fecundidade, do equilíbrio e da união das forças contrárias.

CALDEIRÃO: Objeto ritualistico presente nas narrativas mitológicas e nos contos de fadas, o caldeirão é um símbolo da transmutação, da transformação das substâncias. Na China representa felicidade e prosperidade. Na Idade Média, o caldeirão era associado às bruxas que nele preparavam suas poções mágicas.

CÁLICE: É o símbolo da abundância.

CÃO: Na cultura greco-romana aparece como guardião do reino dos mortos. No Japão, sua fidelidade torna-o um símbolo de proteção às mulheres e crianças. Muitas vezes, porém, é associado à características negativas, como a baixeza, a inveja, a impureza e a agressividade. Na antiga Israel, o cão era símbolo de fidelidade e proteção, era pintado nos contratos de casamento e sobre os pilares do portões.

CAPUZ: É parte integrante das vestimentas dos monges e de muitos deuses, bruxos e entidades. Simboliza a força espiritual (positiva ou negativa) e a humildade. Pode indicar também disfarce e mentira.

CARANGUEJO: Caranguejo é a designação comum às espécies de crustáceos decápodes, de pernas terminadas em unhas pontudas. Todos são caranguejos, exceto aqueles cujas últimas pernas terminam em nadadeiras.
Terrestres ou aquáticos, marinhos ou de água doce, vivem, na maioria, em tocas que eles mesmos escavam, alimentam-se de detritos orgânicos, e são utilizados na alimentação humana. Também são chamados de auçá, guaiá.
Na simbologia, o caranguejo é considerado um símbolo do mal na África, por caminhar para trás...

CARRO: Significa evolução, caminho, elevação espiritual, está associado ao Sol (na mitologia grega, Apolo conduzia seu "carro de fogo" pelo céu), o que lhe empresta características como força e energia.

CARVALHO: Na simbologia o carvalho é uma árvore sagrada para todos os celtas e representa a força vital divina. Está associada aos druidas que utilizavam sua casca e folhas para suas poções. O Carvalho representa o "eixo do mundo" para os celtas e para os gregos. Está ligado também à mitologia persa e à indiana e sua seiva foi usada como base de remédio contra a lepra na Índia. Pessoa nascida sob sua influência: Forte e inteligente, o Carvalho tem muita energia para concretizar seus projetos. Porém, pode destruir tudo o que foi realizado se ceder a impulsos momentâneos e tomar decisões sem pensar. Tem uma beleza que chama a atenção dos outros, mas precisa tomar cuidado: tem tendência para engordar depois dos 40 anos. Muito observadora, essa "árvore" costuma enxergar longe e não se engana com facilidade. Tem os pés bem firmes no chão. Quando se trata de relacionamentos amorosos, no entanto, o Carvalho é bastante instável. Só com tempo e maturidade abandona seu lado volúvel.

CASTELO: Associa-se principalmente aos ideais de satisfação dos desejos positivos e da realização dos sonhos. Um castelo vazio e escuro, porém, é sinônimo de perda e de desespero.

CAVALO: Associado à força, juventude e liberdade, o cavalo aparece em inúmeras tradições ligadas ao submundo (Hades, senhor do mundo dos mortos). Entre alguns povos da Ásia central, era sacrificado ou enterrado junto ao seu proprietário. Cavalos são mais perceptivos do que nós. Em 5 minutos eles "formulam" a imagem sobre uma pessoa. Agem por si devido ao medo, fome e paixão. O que determina a sua personalidade e o medo são experiências transmitidas pela mãe. Passam uma impressão de bravos, perigosos e não confiáveis, mas são apenas sensíveis e medrosos. Odeiam levar sustos!
Uma crença ancorada na memória dos povos europeus associa o cavalo às trevas do mundo subterrâneo. Por consequência, na sua qualidade de divindade soberana, o cavalo conhece os caminhos da água e é suposto, tal como Pégaso, o cavalo mágico, ter o dom de ser capaz de fazer brotar fontes batendo no solo com os cascos.
Senhor das águas subterrâneas, o cavalo pode também simbolizar tudo o que se relaciona com a água em geral. Assim é o cavalo que puxa o carro de Netuno, o Deus do Mar. São também cavalos que Britânia escolheu para puxar o seu carro que emerge dos oceanos, sobre os quais estão disseminadas as suas possessões.
Animal das trevas para os povos europeus, o cavalo está associado a símbolos totalmente diferentes nas mitologias grega e hinduísta. Na origem Chotiniano, o cavalo torna-se pouco a pouco ouraniano, de subterrâneo torna-se francamente solar.
Para os antigos gregos eram cavalos que puxavam o carro do sol e que lhe estavam consagrados. O cavalo era atributo de Apolo na sua qualidade de condutor do carro solar.
O mesmo se passa na tradição hinduísta, onde um cavalo de sete cabeças puxa o carro do sol.

CAVERNA: Está associada tanto ao nascimento (representa o útero materno), como à morte (o espaço escuro, o destino desconhecido).

CEBOLA: Para os egípcios a cebola era carregada de propriedades mágicas. Seu cheiro aumentava a força vital e suas hastes serviam de proteção contra determinadas doenças.

CENTAURO: É uma criatura meio homem, meio cavalo, pertencente à mitologia grega, de modo geral, simboliza o conflito humano entre a razão e os instintos (o lado humano associa-se à razão e o lado animal aos instintos).

CENTRO: Como é o ponto de onde tudo parte e o princípio de todas as coisas.

CERRIDWEN: É uma divindade tríplice, pois desdobrava-se em três aspectos fundamentais: donzela (lua crescente), mãe (lua cheia) e anciã (lua minguante). Representadas por Ártemis, Deméter e Hécate, respectivamente.

CERVEJA: Na antiga Europa, a cerveja foi criada pelo rei Ceraint, da Irlanda. Ele preparou a primeira cerveja com flores, mel e saliva de javali. Daí em diante ela tornou-se a bebida predileta dos guerreiros e heróis.

CERVO: Para os povos celtas era a imagem do deus pai, senhor da natureza e criador da humanidade. Também aparece como guia e defensor das almas. O homem com chifres de cervo é símbolo da sabedoria natural e instintiva.

CHIFRE: Na simbologia o chifre aparece em algumas tradições da bruxaria, principalmente o chifre de boi ou búfalo, que é transformado em taça para libações... O costume é da era viking e atravessou o tempo até os dias de hoje... O chifre simboliza a prosperidade e a fertilidade.

CÍLIOS: Entre os árabes e persas, os CÍLIOS são as mais potentes armas de fascinação amorosa, na simbologia. O costume de aumentá-los e pintá-los servia para expandir o seu poder sedutor..

CEGONHA: Em geral a cegonha é um símbolo de felicidade, na simbologia... Os orientais acreditam que ela seja um animal que atrai vida longa, além disso, é também uma representação de fertilidade...

CHAVE: Uma vez que serve tanto para abrir como para fechar, ela pode não só ocultar as verdades espirituais como revelá-las ao mundo. É também um símbolo da felicidade.

CÍRCULO: É o símbolo da perfeição, daquilo que começa e acaba em si mesmo, da unidade, do infinito e do absoluto. Em muitos casos, são atribuídos aos círculos certos poderes mágicos, de proteção contra os seres maléficos e as vibrações negativas. É utilizado em muitas práticas de magias e nos rituais de iniciação.

COLUNA: Simboliza solidez, força, a ligação entre a terra e o céu. Nos cultos de fertilidade, pode aparecer como representação do órgão sexual masculino.

CONE: A quantidade de energia que entra dentro do cone, é a mesma quantidade de energia que sai, a única alteração é a velocidade, pois há uma aceleração na energia.

CORAÇÃO: Além de representar o centro, está relacionado à inteligência, à vontade do homem, aos sentimentos de modo geral e particularmente ao amor.

CORDA: Representa vínculo. Para os franco-mações, uma corda com nós é o símbolo de sua comunidade.

CORDEIRO: Simboliza tolerância, doçura e se for de cor branca, pureza e inocência. Entre os judeus, era comum sacrificar um cordeiro em sinal de expiação de pecados. O cordeiro permanece em silêncio durante o sacrifício.

CORVO: O crocitar do corvo era para os romanos um sinal de esperança (crás! crás! em latim: amanhã! amanhã!). Para os celtas era um importante totem.

CORUJA: Considerada a "águia da noite", é símbolo da vigilância, da meditação e da capacidade de enxergar nas trevas.

DANÇA: Simboliza o movimento harmônico do Cosmo. Por meio de movimentos harmônicos e graciosos, a dança expressa a perfeita ordem universal, além de ser uma manifestação de alegria espiritual.
DEUSES DA FELICIDADE:
- Benten ou Benzaitez, deusa da beleza e das artes.
- Bishamon, deus da justiça e das batalhas.
- Dai kaku, deus da fortuna e da agricultura.
- Ebisu, deus da fartura e da pesca.
- Fukurokuju, deus da sabedoria.
- Hotei, deus da saúde e das crianças.
- Jurojin, deus da longevidade.

DHARMA: Monge budista da tribo baramon, fundador do Zen, ficou em posição de ioga durante um tempo indeterminável para obter satori (iluminação). O tempo foi demasiado longo que ele perdeu o uso dos membros...

DRUÍDA: Nome dado ao sacerdote do povo celta. Constituía uma classe mágica muito poderosa dentro da qual se agrupavam distintas especialidades. O nome druída deriva da palavra carvalho (literatura céltica).

DUENDE: Os duendes são os elementais que se ocupam do reino vegetal, cuidam das plantas, árvores e ajudam as sementes a brotarem. Adoram frutas e doces. Oferecer uma maça à eles é uma prova de sua existência, pois ficam tão encantados com o presente que o conservam com todo carinho. Às vezes, a maça dura vários meses sem estragar. Glum é o duende do amor, Kundo da sabedoria, Petrus da fortuna, Helgo da sorte e Zimmo o duende da alegria.

ELEMENTAL - ELEMENTAIS: São elementos ou espíritos da natureza, criaturas que habitam as florestas, os rios e os mares. Os celtas os chamavam de "pequeno povo" ou "povo Sidh". Funcionam numa faixa de vibração mais alta que a matéria densa, não podendo portanto serem destruídos por elementos materiais. Não possuem espírito imortal, pois são constituídos de um único princípio, ou elemento, sua morte ocorre com sua total desintegração e a volta ao elemento do qual se individualizou. Vivem cerca de mil anos.
1. Terra: gnomo, duende, elfo, fauno, árvore, floresta.
2. Água: ondina, sereia, mantra.
3. Fogo: salamandra.
4. Ar: fada, silfo, fúria, furacão.

ELFO: Os elfos são os primos mais novos dos duendes; são as criancinhas do mundo mágico e por isso mesmo, cuidam das plantas mais fáceis de se lidar, como gramas e folhagens novinhas. Eles são responsáveis pelo aparecimento dos estranhos círculos encontrados nos campos de trigo europeus. Isso ocorre nas noites de lua cheia, quando elfos e fadas dançam em roda homenageando a mãe terra.

ELIXIR: Servem para tratamentos de saúde, emocional, hormonais, digestivos, etc. É a água descansada com a pedra, de acordo com o tipo de problema. Lavar a pedra com água e sal grosso, depois lavá-la com água filtrada, ou água mineral sem gás, colocá-la no sol ou na terra para pegar energia durante duas horas. Depois lavá-la com água filtrada e colocá-la "de molho" durante duas horas em um copo com água potável. Beber a água em doses pequenas.

ENERGIA: Existem dois tipos de energia: a positiva, que representa o cosmos e a energia astral, atingindo no máximo em uma pessoa 35% e a energia negativa: que representa a Terra e a energia telúrica, atingindo no máximo em uma pessoa 75%.

EREMITA: Essência da experiência, reflexo do sucesso, caminho certo para uma vida longa, repleta de êxitos incomuns. Quem o tem por perto, mesmo que de vez em quando, recebe a sua energia, manifestada pelo seu cajado e pela sua lanterna. O cajado simboliza uma jornada constante e tranquila, onde todos os empecilhos são afastados de sua vida e todas as barreiras transpostas, com naturalidade e sem tropeços. Da lanterna emana a energia da luz que ilumina uma vida de suprema experiência, marcada pela humildade e solidariedade, com destino certo à glória em todos os seus sentidos, e à longevidade.

ESCARAVELHO: Khepri era da classe dos deuses egípcios associados com um animal particular. O nome significa o escaravelho ou aquele que surge. Divindade solar cujo culto menciona-se nos textos das pirâmides.
O escaravelho é um tipo de besouro do esterco comum em todo Egito. O hábito do escaravelho de botar ovos em esterco animal bem como nos corpos de escaravelhos mortos foi observado pelos egípcios...
O chocar subseqüente dos ovos de material aparentemente pouco prometedor conduziu os egípcios que associam o escaravelho com renovação, renascimento e ressurreição.
O hábito do escaravelho de enrolar esterco em esferas e empurrar através da terra foi também notado pelos egípcios Antigos. Khepri era freqüentemente associado com o Sol e foi concebido como um escaravelho gigantesco que rola o Sol através do céu...
A renovação e renascimento associados com o escaravelho também entrou em jogo aqui. Khepri renova o sol cada dia antes de rolar ele acima do horizonte e carrega-o com segurança através do outro mundo após o pôr do sol para renová-lo no dia seguinte.
O sacerdócio de Heliópolis o consagrou como deus do sol diurno e o venerou como sol ao surgir na tripla forma de Khepri-Rá-Áton (raiar, meio-dia, poente). Nas iconografias aparece em forma humana com o escaravelho situado em lugar de sua cabeça, ou simplesmente como um escaravelho que empurra com suas patas dianteiras o disco solar através do céu.
O símbolo do escaravelho estava sobre os amuletos e nos selos do rei. Existia um escaravelho do coração que formava parte do vestuário do defunto.

ESPADA: Representa a força, a energia masculina e a coragem. No sentido negativo, lembra os horrores da guerra. É também um símbolo de justiça, da divisão entre o bem e o mal, da decisão. Uma espada dentro da bainha significa temperança e prudência.

ESPELHO: O "speculum" (espelho) emprestou o nome à palavra especulação. Originalmente, especular era contemplar o céu, as estrelas e outros corpos celestes com o auxílio de um espelho. É símbolo do saber, do autoconhecimento, da verdade e da clareza. Na cultura popular, o espelho recebeu atributos mágicos, e acredita-se que quebrar um espelho pode significar um longo e difícil período de infelicidade.

ESPIRRO: O costume de desejar "saúde" e "boa sorte" a quem espirra, vem do fato de que, na antigüidade, acreditava-se que um espirro poderia causar a morte, pela expulsão da alma pelo nariz.

FACA: Entre muitos povos é usada como amuleto para repelir as energias negativas. Representa também a força masculina e ativa que tem a capacidade de transformar a matéria.

FADA: As fadas são as bailarinas do reino elemental. São elas que transmitem para as flores suas cores e perfumes. Existe um tipo de fada para cada tipo de flor. Algumas fadas se acham tão lindas, que ao se verem no espelho, mergulham dentro dele. Dizem que esses espelhos enchem-se de magia, e as pessoas que neles se olharem permanecem jovens para sempre.

FALCÃO: Nos pântanos do delta, num lugar chamado Chemnis, perto da cidade de Buto, Ísis dá à luz ao seu filho Hórus, que tem cabeça de falcão.
No mesmo instante, confia-o à deusa-cobra Uadite, que reina sobre todo o delta, para partir numa tarefa longa e penosa: a busca do corpo de Osíris.
Amamentado pela vaca Hátor e protegido pela cobra Uadite, o falcão Hórus enfrenta muitas dificuldades.
Depois, cresce e aperfeiçoa sua educação, e quando as suas forças tornam-se vigorosas o suficiente, Osíris, volta a Terra para ensinar-lhe as técnicas básicas de combate.
Hórus anseia por vingar o pai, reúne os egípcios fiéis a Osíris, e encorajado por Ísis, declara guerra a Set. Este e seus partidários transformam-se em animais, compondo uma tropa de serpentes, crocodilos, hipopótamos e gazelas.
Hórus, sob a forma de falcão, mutila Set, e este arranca-lhe um olho. Depois de muita luta, os dois rivais são convocados ao tribunal divino, e quem soluciona a questão, depois de curar as feridas dos dois, é o deus-íbis, Thot.
Set rumina a derrota, mas não está morto, a todo momento retoma com Hórus, a luta das trevas contra a luz (a eterna luta do bem contra o mal).
Assim, a profunda veneração que os egípcios dedicam a Hórus, só se iguala, ao terror que lhes inspira Set. Como o pai, Hórus governa com sabedoria, depois dele, reinam seus descendentes, a começar por Menés, o faraó que inaugura a I Dinastia.
Durante mais de 3.000 anos, os soberanos de 27 dinastias serão considerados herdeiros de Hórus. O Templo de Hórus, fica em Edfu.
Ele aparece sob a forma de um falcão pousado sobre os ombros do faraó Quefrén, em estátua existente no Museu do Cairo. É também representado com corpo de homem e cabeça de falcão, conforme aparece em estátua existente no Museu do Louvre, em Paris.
O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar.
A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações.
Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus

FÊNIX: Pássaro sagrado para os antigos egípcios, representado pela garça e pelo falcão dourado. Simbolizava o deus sol e o rio Nilo, que na época das cheias fertilizava os campos que seriam cultivados. Na cultura greco-romana é o pássaro fantástico que, segundo a lenda, a cada mil anos é consumido pelo fogo e depois renasce das cinzas.
FLAUTA: Seu som é associado à voz dos anjos e dos seres celestiais e à vida no campo. Para os dervixes "monges muçulmanos" é o grito da alma separada de Deus que busca a elevação.

FLORESTA: Para quase todas as civilizações, a floresta é o símbolo associado à mulher. Representa o mistério, a morada sagrada dos deuses, dos espíritos bons e maus e dos seres elementais (gnomos, fadas e duendes). A floresta mergulhada na escuridão é um símbolo das profundezas do inconsciente.

FORMIGA: Simboliza a previdência, a disciplina, a prudência (por armazenar alimento para o inverno) e a organização social. Na África, acredita-se que as mulheres se tornam férteis ao se sentarem sobre um formigueiro ou se tocá-lo. Na Índia, o trabalho incessante das formigas é uma demonstração da pouca importância das ações terrenas.

FRUTO: Representa a fertilidade, a abundância e o perfeito desenvolvimento.

GIGANTES: Seres que aparecem em narrativas mitológicas de contos de fadas. São descritos como criaturas enormes, semelhantes aos humanos, porém dotados de poderes sobrenaturais.

GNOMOS: Eles são criaturas da noite, de carne e osso, e vivem na Terra há milhares de anos. Originários da Escandinávia, são também chamados de Kuba-Walda, que em alemão antigo significa "administrador de casa", ou mesmo "espírito da casa". Há muito tempo atrás, conviviam naturalmente com os homens, trabalhando em suas casas e na floresta. Naquela época, as águas eram limpas e as matas intocadas. As estradas levavam de um lugar ao outro na mais completa paz e no céu só haviam estrelas e pássaros.
Os gnomos são os elementais que se ocupam do reino mineral, transformam rochas em cristais e cuidam da fertilização da terra. São seres de carne e osso, medem aproximadamente 15 centímetros, pesam em torno de 250 a 300 gramas e vivem cerca de 400 anos, de forma livre e saudável. Muitas bruxas usam bolas de cristal para ver o futuro. O que poucos sabem é que são os gnomos do cristal que, devidamente conectados com os seres superiores, transmitem para elas os acontecimentos vindouros. Segundo a lenda, as mulheres gnomos engravidam apenas uma vez na vida, dando a luz invariavelmente a um casal de gêmeos.
Hoje os gnomos caíram no esquecimento, obrigados a se esconderem nas florestas, nos abrigos subterrâneos e locais de difícil acesso. Por isso, a crença em sua existência tem diminuido gradativamente. Não é fácil vê-los mas, com toda certeza, eles existem.
Eles tem nariz arrebitado e olhos rodeados de rugas, especialmente provocados pelo sorriso constante. Não comem carne, gostam muito de leite, fazem bastante exercício e não têm conflitos emocionais. Os mais velhos são igualmente respeitados pelos seus. Calculam sua idade pelo tamanho do carvalho ou outro tipo de árvore plantada no dia de seu nascimento. Caso ela seja cortada, ficam bastante aborrecidos mas, persistentes, plantam outra e recomeçam a registrar a idade. Os aparelhos circulatório, digestivo, urinário, respiratório e nervoso, assim como a visão, olfato, audição e o tato são muito mais desenvolvidos do que no homem. O paladar no entanto, é igual. São dotados de percepção extra-sensorial. Se adaptam bem a quaisquer variações climáticas. As doenças, geralmente sem gravidade, são tratadas com remédio à base de plantas. Há milhares de anos dominam a técnica da acupuntura, e a utilizam para tratar animais feridos.
Os chapéus são proteções indispensáveis contra gambás, gatos e aves de rapina. Os gnomos os recebem ainda bebês, e só abrem mão deles em último caso, para salvar a própria vida. As vestimentas diárias têm cores próprias para as camuflagens. Os homens usam chapéu pontudo de feltro vermelho, as mulheres casadas verde escuro e as solteiras verde claro.
Possuem uma espécie de super adrenalina, que favorece um desempenho de alto nível, em assuntos relacionados com impulsos sexuais, disposição e força.
Os gnomos só pensam em casamento ao completarem cem anos. após a lua-de-mel, os noivos apresentam seus respeitos ao rei e à rainha, eleitos pelo povo. Depois de uma gestação de 12 meses, nasce apenas um par de gêmeos. O controle da natalidade é feito através de uma interferência da qual os gnomos se recusam a revelar. Para demonstrar afeto, eles esfregam carinhosamente os seus narizes.
São exímios investigadores da alma e enxergam a fundo as intensões reais das pessoas. Não tem interesse pela história escrita, mas acredita-se que mantem arquivos secretos. Trabalham durante a noite em serrarias, ferrarias, hortas e canteiros. Fazem velas, lamparinas, louças, vidros e dominam técnicas de metalurgia, carpintaria, tecelagem, cestaria, entre outras.
O gnomo ao contrário do homem, mantém com a natureza uma relação de harmonia. Ele encontrou a paz e está satisfeito com o que o mundo oferece. Seu instinto e o intelecto estão no mesmo nível. O homem, entretanto, subordinou um ao outro.
Segundo os gnomos, o homem, para evoluir, deve agir em três etapas: Restaurar o instinto; restaurar o equilíbrio com a natureza e diminuir o desejo de poder. Todos os males da humanidade nascem da ambição. Os gnomos são destituídos de cobiça. A humanidade deve resolver o problema da superpopulação através do controle de natalidade. Os gnomos assim o fizeram para viver em plano de harmonia perfeita. Não deve-se pensar que eles desprezam os homens ou não enxergam o seu lado positivo. Existe uma diferença enorme entre o que os homens consideram progresso e o que eles entendem por avanço.
Também são subordinados aos anjos e atuam nas áreas da música, dos vegetais, florestas, etc. É através de suas auras, que aparecem mais frequentemente como ponto de luz, que eles influenciam os homens e a natureza, transmitindo-lhes energia e impulsionando o Universo para a evolução.
Como fazer contato? Verbal ou telepaticamente, cultivando plantas, vasos e arranjos. São úteis para questões práticas, mas não devemos pedir que façam por nós, e sim que nos orientem a encontrar a solução correta para eventuais problemas. Nomes e magias para os gnomos:
1. Akanoin - paz e serenidade; para se obter equilíbrio emocional e psicológico, oferece-se incenso e cristais.
2. Alice Friedel - amor; para se obter amor oferece-se uma maça.
3. Bebês - criatividade.
4. Gandalf - sabedoria.
5. Lisa Haroldson - proteção e fertilidade.
6. Olie Haroldson - (em pé) fartura, (gangorra) alegria.
7. Tomte Haroldson - sorte; para bens materiais oferece-se mel.
8. "Gnomos" de Will Huggen e Rien Portvliet.
9. Leprechauns - uma espécie de gnomo da Irlanda.

GRÃO: Representa o princípio da vida, o ponto de partida, as possibilidades infinitas. Como é necessário que o grão morra na terra para se transmutar e dar origem a uma nova planta , ele simboliza a alternância constante entre a vida e a morte, o renascimento espiritual do homem e o sacrifício.

GRIFO ou GRYPHON: O conhecimento de xadrez como um jogo de guerra é alguma coisa esquecida aqui, e as peças agora são freqüentemente animais mitológicos... O crocodilo foi provavelmente para os europeus ocidentais, naquele tempo, tão mitológico quanto o grifo (gryphon) – animal com cabeça e patas de águia (ou de um grande pássaro), corpo de leão e cauda de serpente, símbolo de longevidade e imortalidade; na China, segundo o folclore mágico, conta-se que ele gosta de viver perto do fogão da casa...

HÉCATE: Na simbologia, Hécate é a lua minguante que simboliza o ciclo constante das energias humanas e divinas. É a representação da sabedoria adquirida pelo amadurecimento...
Para completar sua órbita em torno da Terra, a Lua leva 29 dias e meio. Neste período, este relacionamento entre Lua - Sol, o mês sinódico, sua face visível reflete para nós os raios que recebe do Sol, brilho de intensidade variável que assume diferentes formas e que compreende o período entre uma e outra Lua, as quatro fases distintas, são as chamadas fases da Lua, são elas:
A Lua Nova
É o início do ciclo, quando a Lua está alinhada entre o Sol e a Terra. Durante 7 dias, sua face é pouco visível. Ou Lua negra - Lilith - período que antecede a Lua nova, na verdade três dias antes desta Lua, ainda na Lua minguante (onde se repele as más influências) e no final desta, é o período conhecido como escuridão lunar. Lilith era a rainha dos fantasmas e demônios que atacavam os homens sexualmente.
A seiva se concentra no caule e nas raízes, por isso frutos e flores não estarão em boas condições para serem colhidos. É um período adequado para semear plantas medicinais e cortar madeira. Propicia a interiorização, germinação, fecundação e o recolhimento. Período de introspecção, indefinição, da busca de novos caminhos e não propício para decisões. Atrai a espiritualidade. Período neutro, ideal para a reflexão, amadurecimento dos anseios e a reavaliação de velhos valores.
A Lua Crescente
Lua, Terra e Sol, formam um ângulo de 90°. A cada dia a luminosidade lunar aumenta e sua face torna-se mais visível. A seiva flui em direção as folhas, época boa portanto para transplantar e enxertar. A luminosidade da Lua começando a aumentar torna o período propício para semear tudo o que frutifica acima do solo, como frutas, grãos, flores; propício também para colher legumes e frutas lunares: pepino, melão, melancia.
Momento de definição, pois os sentimentos e emoções tornam-se mais claros e as atitudes mais objetivas. Os impulsos devem ser colocados em prática. Bom para intensificar os contatos sociais. Exerce atração magnética sobre todas as coisas expostas à sua energia. É a época ideal para traçar novos planos, investir em uma relação amorosa e plantar ervas mágicas. Verificar e solucionar questões, progressos financeiros.
A Lua Cheia
Neste período, a Lua está em oposição ao Sol e sua face pode ser vista inteiramente. A seiva tem maior penetração nas folhas e nos frutos, acumulando-se nos brotos. Desaconselha-se assim efetuar-se podas. É a melhor fase para a colheita de frutos que estarão desta forma mais suculentos, para cultivar plantas de ciclo bienal, plantas com brilho, alcachofra e salsão. É o melhor período para a manutenção da Terra.
Representa o ápice dos poderes mágicos, algumas pessoas sensíveis inquietam-se nesta época, é a Lua certa para executar tarefas e negócios importantes. Simboliza a plenitude. As pessoas estão mais abertas e receptivas nesta época, o inconsciente aflora e as ações podem se tornar agressivas. Os projetos iniciados chegam ao seu desenvolvimento máximo. Época portanto de expansão interior, recarregar energia e para fazer ritual do amor.
A Lua Minguante
Lua, Terra e Sol, formam agora um ângulo de 270°. A cada dia a Lua fica menos visível. Um novo ciclo se inicia, quando a Lua volta a ser invisível e se alinha entre Sol e Terra. A seiva flui em direção ao caule e as raízes. Bom período para semear todos os tipos de raízes: cebola, nabo e batata. Esta fase é boa para a colheita, adubar, podar, cortar madeira para móveis, colher grãos e semear, exterminar as pragas e também podar ervas e plantas.
Período de transição, tendência para o recolhimento e avaliação do que já foi vivido. Os trabalhos iniciados devem ser terminados. É o momento certo para desatar nós e por um fim pacífico em etapas, sociedades e relacionamentos.
Época ideal para iniciar regimes e dietas (1º dia da Lua minguante, no signo de Virgem). Percepção, abstração, pois a sensibilidade está a flor da pele, e é também um período propício para cirurgias.

HERA: Por ser uma planta que se mantém sempre verde, simboliza a imortalidade, a amizade duradoura, a fidelidade, o ardor sensual e a fragilidade feminina. A hera concede a arte do encantamento somente pela contemplação. Contemple a hera e olhe para si mesmo, faça isso muitas vezes; só um mergulho nas profundezas da alma pode nos revelar o seu segredo.

HERÓI: Simboliza a vitória individual, a invencibilidade. Os heróis são metade humanos e metade divinos. Sua parte humana é o resultado dos desejos de paz, prosperidade e rendição, encarnados em um homem e uma mulher. Sua parte divina é um presente dos deuses, guardiões do destino e do amor, para a humanidade. Os heróis não descansam. Invejados por homens e deuses, respeitados por anjos e temidos por demônios, eles lembram a todos a ousadia e o limite podem ser mais que palavras. Tempo não existe para eles. Sempre serão lembrados, pois a vontade oculta de cada humano é tornar-se um deles.

HOMEM: O corpo humano simboliza uma manifestação da perfeição divina, o infinito. É o microcosmo, enquanto que o Universo representa o macrocosmo. Assim o homem pode ser interpretado como um símbolo do Universo. Ele é o iniciador, o que destrói, cultiva, semeia, a natureza do princípio ativo, é espalhar.

ÍBIS: É um sábio que, às vezes, é representado como um grande babuíno branco e outras vezes por um íbis sagrado. Hermópolis, é a sua cidade.
Senhor da voz, mestre das palavras, ele é famoso em toda parte por seus profundos conhecimentos. Seu espírito criativo produz invenções o tempo todo, criou os diferentes idiomas humanos, os algarismos, o cálculo, a geometria, a astronomia, aos jogos de xadrez e de dados.
Foi ele quem criou também o primeiro calendário e a escrita (os hieróglifos, que é a escrita sagrada dos egípcios).
Durante muito tempo, os hieróglifos, constituíram um mistério indecifrável e, talvez, Thot tenha sido mesmo sábio, ao reservar certos conhecimentos secretos a alguns iniciados e escondê-los do grande público, tal parece ser o ponto de vista dos escribas (aquele cuja profissão é escrever e que gozam de consideração e poder), os únicos que conseguiam ler os sinais enigmáticos, grafados da direita para a esquerda.
Em Hermópolis, cidade de Thot, há uma quantidade impressionante de múmias de íbis e de babuínos.
O íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth.
Essa ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis, era outra das representações daquele deus.
Na simbologia, o íbis representa o pássaro sagrado para os antigos egípcios, que o consideravam o inventor da escrita e o deus da sabedoria. Está relacionado à morte, ao julgamento das almas e à espiritualidade, está também associado à lua crescente.
O babuino ou cinocéfalo é um grande macaco africano, cuja cabeça oferece alguma semelhança com os cães. No antigo Egito este animal estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das atividades intelectuais.
Era o deus local em Hermópolis, principal cidade do Médio Egito. Deuses particularmente numerosos parecem ter se fundido no deus Thoth: deuses-serpentes, deuses-rãs, um deus-íbis, um deus-lua e este deus-macaco.
ILHA: Por ser um lugar de difícil acesso, simboliza o que é especial e perfeito, o espaço onde apenas os eleitos podem entrar. No sentido negativo, é interpretada como um local de fuga, o esconderijo de quem deseja fugir da realidade.

INCENSO: Símbolo do elemento Ar, sua fumaça perfumada tem o poder de elevar as preces dos homens aos deuses e de repelir as forças maléficas. O uso do incenso nos rituais teve origem no oriente. Age como ponte astral e é usado para limpeza do ambiente: aqueles que contém sal grosso, arruda, mirra, alecrim etc. E é usado para refrescar o ar, animar a atmosfera, harmonizar o ambiente: aqueles que contém violeta, rosa jasmim, sândalo, verbena, mel etc.
• amor: almíscar, jasmim, rosas, maça, flor-do-cairo, ópium, shangrilá, sândalo, patchuli.
• limpeza: alecrim, arruda, canela, eucalipto, cravo, mirra, sal grosso.
• meditação: bálsamo, rosa, espiritual, shangai, verbena, violeta, mirra.
• acalmar: alfazema, angélica, camomila, jasmim, rosa branca, violeta, flor de maça.
• atrair encantados: pinho, eucalipto, maça.
• estudos: alfazema, camomila, jasmim, oriental, rosas, lótus.
• energizam: almíscar, benjoim, cravo da índia, canela, lótus, ópium, eucalipto, sândalo.
• purificam: âmbar, amazonas, cedro, egípcio, mirra, shangrilá, verbena, rosas, violeta.

INICIAÇÃO: É o início de uma nova fase da vida, simbolizado por um ritual. Entre as civilizações primitivas, existiam cerimônias de iniciação para marcar a passagem para a maturidade sexual. Esse costume foi adaptado e em nossos dias, é representado pelo casamento. Nas escolas iniciáticas e outras organizações espiritualistas (como as religiões em geral), as iniciações são ritos que expressam a morte simbólica do homem para seu renascimento em estágio espiritual mais elevado.

JANELA: É o símbolo da receptividade, da abertura, da entrada da luz. Representa também a sensibilidade às influências externas.

JARDIM: Representa a perfeição, a ordem cósmica, o desenvolvimento espiritual elevado. É também o símbolo do paraíso.

JOGO: Simboliza a luta, a disputa. Na antigüidade, era considerado uma atividade sagrada.

JÓIA: Relaciona-se ao que é precioso, importante e raro. Simboliza os conhecimentos secretos, mas também está associada a tudo o que é fútil e às aparências externas.

JUSTIÇA: A justiça não é um símbolo e sim uma virtude. Aparece representada geralmente, por uma balança (sinal de equilíbrio perfeito) ou por uma figura feminina que traz uma cabeça degolada ao colo (depois do julgamento, vem a sentença, a punição).

LABIRINTO: É o nome dado ao palácio do Rei Minos, construído na ilha de Creta e que era todo formado por inúmeros passagens secretas e corredores subterrâneos. Segundo a mitologia grega, mais tarde esse palácio se transformaria na morada do Minotauro. Esotericamente, por seus caminhos tortuosos e desconhecidos, o labirinto é considerado um símbolo da iniciação e representa a descoberta do centro espiritual oculto, a dissipação das trevas para o renascimento na luz, a superação dos obstáculos e o encontro com o caminho da verdade.

LAÇO: O laço que acompanha o buquê de flores tem um velho significado mágico, ele representa o ato de "capturar" o ente amado e deixá-lo "seguro" de olhares estranhos...

LAGO: Simboliza a "porta" para o secreto mundo das fadas, ninfas e ondinas.

LANÇA: Simboliza guerra e poder, está também relacionada aos raios do Sol.

LEÃO: Na simbologia, o “rei dos animais”, representa a luz, a soberania e a coragem!

LEITE: O primeiro e mais importante alimento do homem, simboliza a fertilidade, a imortalidade e o alimento do espírito.

LINGA: É uma representação (geralmente uma escultura) do órgão sexual masculino, muito difundida na Índia, onde simboliza também a força vital do homem.

LOBO: na simbologia o lobo recebe inúmeras interpretações... Está associado ao demônio, às assombrações (mitos como o do lobisomem, por exemplo), mas também com a luz (por enxergar bem na escuridão) e com o espírito. Na China, é tido como o guardião das esferas celestiais. Na tradição ocidental, ele representa a figura do mestre, do instrutor espiritual. Símbolo da lua na antiga Grécia e das forças favoráveis na Roma dos Césares. Gêngis Khan, o grande conquistador mongol, possuía como ancestral um mítico lobo azul.

LUA: Venerada como divindade entre antigas civilizações, a Lua é um símbolo feminino, associado à fecundidade, à fragilidade, à ilusão e à pureza. Por mudar sua forma de aparecer no céu, ou seja, por atravessar fases, na simbologia, a Lua é também um símbolo de inconstância...
A Lua é a energia da nossa natureza emocional. Ela diz quais são nossas necessidades básicas de nutrição e de segurança. A Lua revela nossa manifestação inconsciente, como guardamos as impressões das experiências vividas, como é o nosso humor e como é nossa reação. Diz ainda como vislumbramos o universo maternal e feminino.
O setor que a Lua se localiza em nosso mapa recebe essa energia fluida e impressionável. Alí ela traz uma força para dar e receber nutrição física e emocional, mas também pode trazer alguma insegurança e sentimentalização excessiva.
A Lua é o pêndulo da Terra, exerce influência irrefutável, não só sobre nosso planeta, mas também no psique e no espírito humano. Dentro da magia e desde tempos remotos aprendeu-se a reconhecer e utilizar os poderes mágicos da Lua...
É um dos elementos mais importantes na análise astrológica, pois governa os nossos instintos mais básicos e primários, a nossa maneira intuitiva de ser, o nosso lado mais sensível e emocional.
A Lua simboliza a nossa alma, os nossos sonhos, as nossas fantasias e outras manifestações do "eu" profundo e inconsciente.
A Lua representa o passado, o condicionamento, a imaginação, as viagens, as mudanças temporárias, intuição, sonhos, fantasia, o Ing, desejos, emoção, instinto, alma, representa a maternidade, as mulheres mais velhas, feminilidade, o lado inconsciente da personalidade, a energia passiva, os humores, a família, a casa, a sensibilidade, os artigos de primeira necessidade, a pesca, os assuntos domésticos, a saúde, as comissões, o cotidiano.
Desde a pré-história os homens levantavam templos de pedras, como o de "Stonehenge", na Inglaterra, para observar os fenômenos da Lua.
No século XVII, o italiano Galileu Galilei fez grandes descobertas com uma simples luneta.
Em 1969, enfim, o homem pisou na Lua e percebeu que a vida alí era impossível...
Agora, nosso satélite se transforma em plataforma, para maiores conquistas no espaço, e aqui na Terra, porém, a Lua continua exercendo sua eterna influência sobre os homens, as marés, a pesca e a agricultura.
Sem a Lua, seria difícil conhecer a própria Terra. Há milênios os gregos olharam para o nosso satélite, mais precisamente a sombra circular que se projetava sobre a Lua cheia (eclipse) e fizeram a primeira dedução: a Terra era redonda.
Depois, calcularam a dimensão da Lua e da Terra, assim como a distância entre elas. Descobriu-se que se a Lua não existisse, provavelmente não haveria vida na Terra.
Com seu tamanho considerável, ela assegura sua estabilidade ao manter seu eixo sempre no mesmo lugar. Esse mecanismo garantiu o equilíbrio de movimentos e temperaturas que levaria ao surgimento e a multiplicação da vida.
Muito diferente do que aconteceu em Marte que com uma lua pequena, e Vênus, sem satélite, ficaram fora do eixo, passando por mudanças climáticas e de inclinação tão intensas, que a vida alí, tornou-se inviável.
A cada ano porém, a Lua afasta-se 2 cm da Terra. Em bilhões de anos ela estará tão distante, que mal será visível. Em teoria, pode-se prever que nosso planeta, sem o apoio da Lua, vai girar sem equilíbrio no espaço.
Foi observando a cadência da Lua que o homem começou a entender o tempo... Quando tudo começou, o dia e a noite já estavam criados. Mas ainda faltava a semana e o mês.
E foi a Lua que deu as indicações, com suas quatro fases que se repetiam ciclicamente. Já que cada fase lunar durava, aproximadamente, 7 dias surgiu a semana ("septimana", do latim), reconhecida oficialmente somente no ano de 325 depois de E.C.
O primeiro dia foi dedicado ao Sol, e o segundo à Lua. Depois o homem percebeu que para a Lua completar um ciclo inteiro, ou uma lunação, devia-se esperar 29 dias. Assim apareceu o mês.
Mas era preciso um espaço de tempo maior para medir viagens, construções e a vida do homem.
O próximo passo foi a fixação do ano com seus 12 meses. O nosso calendário com 365 dias, leva em conta o tempo que a Terra precisa para cumprir uma revolução completa em torno do Sol.
Mas até hoje, os muçulmanos seguem o antigo calendário lunar, que começam sempre na Lua nova, sem se importar com o fato de o ano, para eles, ter 354 dias.
Ao caminhar pelo zodíaco, a Lua passa rapidamente pelos signos, mudando o astral do dia e mexendo com a sensibilidade das pessoas. Graças à sua proximidade da Terra, a Lua é um dos astros que mais interferem na vida do planeta.
Ela altera as marés, determina os ciclos de crescimento das plantas e mexe até com o humor das pessoas. Em seu rápido passeio de 28 dias pelo zodíaco, ela visita todos os signos e realça as influências deles sobre nosso comportamento.
Os antigos já atribuíam à Lua decisivas influências na produção de certos fenômenos que ocorrem em nosso planeta, notadamente o ritmo das marés, o movimento da seiva nos vegetais etc.
A respeito desta última influência, é tradicional a cautela que os exploradores do corte de madeira observam em seu ofício, evitando o corte no período da Lua minguante, para prevenir o seu apodrecimento. E, ao que parece, a prática tem aconselhado essa prevenção.
Estendendo o campo de suas observações, os antigos passaram a examinar as influências lunares na geração humana e animal, oferecendo-nos os resultados dessas observações, que damos a seguir, destacando, porém, seu caráter de curiosidade, sem qualquer respaldo científico.
Ciclo de Lunação
A palavra ciclo vem do grego "kiklo" que significa círculo, uma das figuras mais perfeitas da geometria. Numa seqüência exata, que está sempre se renovando, os ciclos lunares parecem a vida do homem, com o nascimento, a vida e a morte.
Quando se começou estudar a real influência dos ciclos lunares, um dos fenômenos mais visíveis era o das marés, o movimento das águas do mar, governado pelo Sol e pela Lua.
E foi a percepção desse mecanismo que serviu como trampolim para se entender o fluxo das águas em nosso corpo ou da seiva nos vegetais.
Se o homem é constituído de 70% de água e 30% de sólidos, exatamente como a Terra ele também é regido pelas chamadas marés biológicas.
Assim, durante a Lua cheia, quando as marés sobem ao nível mais alto e a pressão lunar é mais forte os efeitos sobre nosso organismo e nosso comportamento são mais poderosos.
Há estatísticas comprovando maior incidência de acidentes de trânsito e até de assassinatos em período de Lua cheia. Mas esta é também a época em que se registram mais nascimentos...
O início da vida, afinal, está submetido ao ciclo menstrual feminino, cuja duração é quase a mesma da lunação: aproximadamente 29 dias.
Diâmetro: Cerca de 3.460 Km. (27% do diâmetro da Terra).
Distância da Terra: 382.000 Km, em média.
Distância do Sol: 149 milhões de Km.
Superfície: 36 milhões de Km².
Deslocamento diário no zodíaco: 13º 10’ 36” em média.
Revolução zodiacal: 27 dias, 7 horas e 43 minutos (28 dias). É o mesmo que o mês sideral.
Permanência média em cada signo: 2 dias, 7 horas e 43 minutos.
Face visível: Vênus até 59% da Lua.
Temperatura: Máxima de 100º C e mínima de - 175º C
Característica: Fria - úmida, magnética, feminina, plástica, emocional e fecunda.
Metal: Prata.
Runas: Ing, Fehu, Berkana.
Tarôt: A Lua.
Mitologia: Ártemis, Hera (Lua cheia), Perséfone (Lua minguante).
Personificação: A Mãe, as creches, a água e os líquidos.
Simbologia: A prata, o espelho, o lago, o cálice e o ventre.
Signo: Câncer.
Saúde: A Lua rege todo sistema alimentar e nutritivo, o estômago, esôfago, fígado, vesícula, condutos biliares, pâncreas, intestino, está ligada aos seios e aos líquidos do corpo. O olho direito da mulher e o olho esquerdo do homem.

MACACO: Na simbologia, os macacos estão relacionados à agilidade, à inteligência e à esperteza, no aspecto positivo. Por outro lado, no aspecto negativo, representa a lascívia, a imitação (pelo seu ato de reproduzir sempre os movimentos feitos pelos humanos) e a falta de temperança (por ser um animal impulsivo e briguento).

MAGIA NATURAL: A Magia natural é tão antiga como o próprio tempo. E está tão implicitamente ligada ao nosso cotidiano que muitas vezes não nos damos conta disso. Ela está em toda parte, nas fases da Lua, no aroma das flores, no vento, nas pedras e na linguagem mimética dos bichos e plantas. Não precisa ser estudado em livros, pois a natureza é, por si, mágica, basta compreender-mos sua linguagem. Observar a vida quase invisível de um jardim ou o vôo de um pássaro, pode trazer tanta luz ao nosso conhecimento quanto o mais retórico dos tratados científicos. Invocar as forças da natureza, sabedoria, força, poder, equilíbrio, sensibilidade, concentração, não ter medo dos quatro elementos. Complexo sistema de exercícios psico-espirituais destinados a provocar mudanças na consciência do mago. Etimologia: megas - significa a grande ciência. A magia divide-se em: Teurgia (que é a magia branca), Goécia (que é a magia negra). Origem: os egípcios nos legaram os principais ensinamentos mágicos que teriam provavelmente herdados dos Atlântes. Os Druidas que viviam na Gálea eram especialistas em profecias, encantamentos e outras magias. O nome druída deriva da palavra carvalho (literatura céltica).
MAGO: Para se chegar a ciência e o poder de um mago, quatro coisas são indispensáveis: uma inteligência esclarecida pelo estudo, saber; uma audácia que nada faz parar, ousar; uma vontade que nada quebra, querer; e uma discrição que nada pode corromper ou embebedar, calar.

MÃOS e DEDOS: Simboliza a atividade, o poder e a proteção. Uma mão fechada representa os mistérios ocultos e uma mão aberta simboliza a gratidão, a generosidade e a sinceridade absoluta. É também um símbolo de justiça.
Dedos no geral: Representam os pormenores da vida (eu me sinto relaxado sabendo que a sabedoria da vida cuida de todos os pormenores). Estão relacionados a todas as sensações físicas. Cada dedo possui um significado próprio:
1. Polegar: Representa o intelecto e preocupações, (minha mente está em paz). Ou corresponde à espiritualidade.
2. Indicador: Representa o ego e o medo (sou seguro). Ou ao pensamento.
3. Médio: Representa a raiva e a sexualidade, (sinto-me a vontade com minha sexualidade). Ou à ação e intuição.
4. Anular: Representa as uniões e o pesar, (sou tranquilamente amoroso). Ou à emoção.
5. Mínimo: Representa a família e o fingimento, (sou eu mesmo na família da vida). Ou as coisas materiais.
Além disso, gestos feitos com os dedos apresentam uma rica simbologia: o dedo indicador sobre os lábios indica silêncio, a "figa" (ato de colocar o polegar entre os dedos médio e o indicador conservando a mão fechada) é uma "defesa" contra mau-olhado, etc.
Unhas no geral: Representam a proteção, abrir-se ao exterior com segurança. Roer unhas: Significa frustrações, comer a si próprio, auto-destruição, despeito de um dos progenitores. (Pensamento para parar de roer unhas: é seguro para mim crescer e eu agora lido com minha vida com amor e felicidade).
MAR: Representa a energia vital inesgotável, o abismo, o inconsciente e tudo o que se encontra oculto.

MÁSCARA: Por se tratar de um objeto que esconde o rosto, era utilizado pelas antigas civilizações como uma arma de guerra, que ao mesmo tempo protegia o combatente e assustava o inimigo. Entre os ciganos, as máscaras são utilizadas em práticas secretas de cura.

MEL: Simboliza a doçura, a suavidade, o alimento vital que traz a imortalidade. É também uma representação da paz, da espiritualidade evoluída e do alimento dos deuses.

MONTANHA: Simboliza a morada dos deuses e a elevação da alma.

MULHER: É a formadora, o que reúne, rega, ceifa, a natureza do princípio passivo, é reunir e fecundar.

NEVE: Por sua cor branca (associada à pureza) e sua temperatura fria, está associada à virgindade.

NINHO: Representa o repouso, o ambiente acolhedor, a tranqüilidade e a paz.

NÓ: Simboliza o enlace e a união. Em seu aspecto negativo é interpretado como complicação e obstáculo.

NÚMERO: Considerado como símbolo bastante significativo por quase todas as civilizações, representa a ordem, a harmonia cósmica e a perfeição universal.

OLHO: Simboliza o vínculo do homem com o mundo, a consciência, o conhecimento da verdade, a luz espiritual. Representa também o intelecto e a sabedoria divina.

ORELHA: Por ser o órgão da audição, representa o contato com o mundo exterior, a receptividade e a percepção. E como "saber ouvir" é uma virtude, para os chineses a orelha é um símbolo da sabedoria.

PÃO: Um dos alimentos mais importantes para o homem, o pão simboliza também o alimento espiritual.

POMBA: Na Índia, representa a alma, mas, se for de cor escura, é um sinal de infortúnio. Foi adotada como símbolo de diversas deusas da antigüidade e como personificação da fertilidade feminina. Para os ciganos, é um animal maldito, capaz de matar apenas por prazer.

PONTE: Simboliza a ligação, o elo de união.

PORTA: Simboliza a passagem, a entrada para uma nova esfera, o caminho para uma iniciação.

QUIMERA: Animal fabuloso com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente. Representa as forças incontroladas e além da razão, o mundo da escuridão e o desconhecido.

RAIO: Desde a antigüidade os raios são vistos como uma manifestação do poder divino. Seu efeito pode ser “benéfico” enquanto luz e força, ou “maléfico” como aniquilador e destrutivo.

RAPOSA: Representa a sabedoria da floresta e a magia natural entre os animais. Na China e no Japão é o símbolo da esperteza e da capacidade de assumir diversas formas e qualidades. No folclore mágico dos celtas, o bardo transformava-se em raposa para satirizar seus oponentes.

RATO: Muitas vezes mencionado no folclore celta, é símbolo da astúcia e do segredo... Na Índia aparece como montaria do benéfico deus Ganesha e no Japão, acompanha o deus da riqueza... Segundo a tradição medieval, quando aparece em sonhos significa que é preciso prestar atenção nas palavras e nas pequenas coisas da vida.

RIO: Associa-se à transitoriedade, às coisas breves e passageiras, em razão do constante ir e vir de suas águas. Relaciona-se também à fertilidade (por tornar fecundas as terras por ele banhadas) e à energia masculina.

ROSA: Seu perfume e sua beleza fazem com que seja sempre apontada como um símbolo positivo, de pureza e de amor. Suas numerosas pétalas a tornam o símbolo das associações complexas.
Rosa branca — Adstringente, corretivo e aromatizante.
Rosa vermelha — A rosa vermelha fervida junto com folhas de limoeiro, transforma-se numa excelente poção para borrifar o quarto do casal, isto deve transformar o quarto numa autêntica torre de fertilidade amorosa.
A rosa, no geral, serve para comunicar-se com as forças superiores.

ROSÁRIO: Na Índia, onde recebe o nome de japa, é empregado na contagem de mantras.

SABAT: Os bruxos reverenciam diversas divindades com danças, cantos e festas. O objetivo é estabelecer um equilíbrio harmonioso com as forças divinas e os elementos da natureza.

SÁBIO: "Quem sabe, cala. Quem fala, não sabe. O sábio vive calado, voltado para dentro de si. Mitiga o que é agudo, deslinda o que é emaranhado. Suaviza o que é violento, nivela-se com o que é singelo. Assim conscientiza ele a realidade. Unifica-se com o grande Uno. Mantém-se equidistante de simpatia e antipatia, indiferente a lucro e perda. É nisto que ele vê a verdadeira nobreza." Lao Tsé.

SAL: Alimento considerado como indispensável para o corpo, simboliza a força vital e as virtudes morais e espirituais. Por ser difícil de ser extraído, era muito raro na antigüidade, quando então era empregado como dinheiro entre muitos povos. O Sal Grosso atua no plano astral e na esfera psíquica, como esterilizador. Limpa o ambiente e as pessoas das energias negativas.

SALAMANDRA: Vivem no fogo, nos raios de sol e nos relâmpagos. Sua principal missão é filtrar os raios de sol, levando assim o calor necessário para diversas regiões. Antigamente era costume acender fogueiras nas aldeias para pedir proteção e sorte às salamandras. Até hoje, muitas pessoas acendem velas com a mesma finalidade. É inegável o poder realizador do fogo.

SANGUE: Simboliza a essência do ser, sua alma e sua energia vital.. Desde as épocas mais remotas, é utilizado em inúmeros rituais.

SAPO: O sapo é um animal mágico e xamânico por excelência, ensina a "saltar" para outros níveis de consciência e deste para o "outro mundo"... Como o dragão, é um guardião de tesouros ocultos e um protetor do lar.

SEREIA: As sereias são os elementais responsáveis pela manutenção de toda a vida marinha. As lendas sempre as retratam como mulheres maravilhosas e profundamente românticas. Dizem as lendas que as sereias se apaixonam facilmente e quando não são correspondidas, espalham suas lágrimas pelo oceano. E é por isso que a água do mar é salgada, segundo a tradição popular.

SERPENTE: Na simbologia, toda serpente é um animal ctônico e misterioso, pode ser rival ou instruir os homens nos mistérios divinos...
Na tradição oriental, a serpente é apontada como um símbolo de prudência e sabedoria, além de estar associada à sensualidade. Símbolo das energias adormecidas na terra e dos seres humanos (a energia kundalini que é a energia primordial de toda a vida).
Símbolo da malícia e da traição entre os ocidentais. Entre os romanos venerava-se o impecável destino sob a forma de uma serpente.
Serpente símbolo da paz para os Gregos e para os Hindus.
As serpentes na religião hinduísta são consideradas, juntamente com os dois grandes Deuses Védicas Vishu e Civa, como transportadoras do mundo ao qual asseguram a estabilidade. Daí a simbólica da paz que lhes está associada nesta religião.
Se os farmacêuticos e os médicos adotaram a serpente nos seus caduceus é porque este animal representava para eles algo diferente de um símbolo maléfico.
Tal porvém da mitologia grega conta que Hermes, tendo encontrado na Arcadia duas serpentes a lutar, separou-as com a bengala em torno da qual elas se enrolaram apaziguadas.
Os Gregos derivaram daí o caduceu, símbolo da paz. Notar que se o caduceu dos farmacêuticos tem duas serpentes, o dos médicos tem uma única...
A efígie de Faraó aparece, geralmente, com o "Némès", o qual é ornado com a deusa cobra ou "Uraeus". Para os antigos Egípcios a cobra era o símbolo do Alto Egito. A deusa "uraeus" era associada às representações do faraó, a quem tinha por missão proteger.

SILFO: São os senhores dos ventos. São os responsáveis pelas chuvas, tempestades e por todas as intempéries da natureza. A dança da chuva de muitas tribos indígenas executam, nada mais, que um chamamento dos silfos, batizados pelos índios como "espíritos da chuva".

SOMBRA: Por aparecer sempre como uma representação de tudo o que é oposto à luz, está associado à morte, à falta de liberdade e à falta de clareza mental.

SUÁSTICA: Muito antes de ter sido utilizada como símbolo nazista, a suástica já era conhecida por antigas civilizações brâmanes e budistas. O símbolo, formado a partir da superposição de quatro letras Gama maiúsculas, do alfabeto grego, tinha em sânscrito o nome de "svastika", significando bom agouro, boa sorte.

TALISMÃ: O talismã desempenha objetivos precisos, atraindo influências favoráveis, fortalecendo o espírito, exerce seu poder diretamente sobre o objeto, atraindo em torno de quem o usa, a força de vontade impregnada no talismã durante a consagração, que foi preparado para ser depositário de influências mágicas. Pode ser qualquer objeto de origem mineral (pedras ou cristal de quartzo), vegetal (madeiras), ou animal (peles e ossos), desde que leve em conta, durante a consagração, todo o ritual e obedecendo o dia e a hora planetária de acordo com a intenção do talismã. Além disso, deverá ser consagrado sempre dentro de um círculo (mandala).

TARTARUGA: Na simbologia a tartaruga é símbolo da longevidade e da proteção. Sua carapaça era usada na alquimia chinesa, na preparação de um elixir para a longevidade. Em função de seus inúmeros filhotes, também simbolizava a fecundação.

TESOURA: Como a maior parte dos objetos cortantes, é um símbolo da energia masculina e da ação. Na mitologia grega está associada às Moiras (deusas que detêm o poder sobre o destino dos homens), que se utilizam da tesoura para "cortar a linha da vida", ou seja, para determinar a morte. Por isso, é também uma representação da impotência do homem perante seu destino.

TREVO: Para os celtas o trevo de quatro folhas era usado como um catalisador de cura e saúde. Ele estava associado com Airmid, a deusa da medicina. Com a cristianização da Irlanda, o trevo passou a representar a boa sorte.

UNICÓRNIO: Representação do poder mágico por excelência. Simboliza a elevação do espírito humano até a divindade e a pureza da alma. Acreditava-se que do seu chifre era fabricado um pó medicinal, que era remédio para todo tipo de ferida.

URSO: Totem da classe guerreira entre os antigos celtas, seu nome gaélico "arth", é a raiz do nome Arthur. Simboliza as virtudes reais e guerreiras no ocidente bárbaro. Os povos siberianos acreditavam que o homem descende do urso. Para os antigos habitantes do norte da Europa, era o urso o rei dos animais e não o leão.

ÚTERO: Representa a fecundidade, a proteção maternal, a energia feminina e a criação da vida.

UNGÜENTO: É um preparado para apresentar um aroma agradável, devem ser guardados em recipientes de vidro e tampados com tampa de prata. Pode ser passado em velas.
1 - óleo de oliva puro, misturado com essências de mirra, canela e galanga.
2 - óleo de oliva puro, misturado com bálsamo.
3 - óleo santo do Sabat - óleo de oliva puro, misturado com cinco folhas de verbena (essência do amor).

VELA: Cera é uma substância amarelada e mole produzida pelas abelhas. Também podemos encontrar substância vegetal semelhante à cera.
Vela é uma peça, geralmente, cilíndrica, de substância gordurosa e combustível, com um pavio no centro a todo o seu comprimento e que serve para iluminar, entre outras coisas.
O fogo sempre fascinou o homem, desde os tempos da pré-história, sempre foi identificado com a divindade, com a magia, com a alma imortal, com a luz da sabedoria, a intuição e a realização espiritual...
As velas são usadas em quase todos os rituais. As velas primitivas eram feitas de lascas de pinheiros e outras madeiras que contém resinas e essas madeiras eram embebidas em óleo ou sebo, assim eram feitos feixos com pedaços de cortiça que serviam como tochas.
A vela funciona como um emissor e receptor das vibrações mentais, auxilia a concentração e o desenvolvimento da vontade, fator esse fundamental na manipulação mágica. No ritual mágico as cores das velas são fundamentais, pois as cores são luzes vibrando com energias diferentes.
As velas também simbolizam a luz, a alma iluminada e a fé, e estão presentes em quase todos os tipos de cultos religiosos desde a antigüidade.


VENTRE: Assim como o útero, associa-se às idéias de fertilidade e amparo maternal. Também se relaciona ao apetite, à voracidade e aos prazeres materiais. No Japão, os ventres masculinos, nus e gordos, simbolizam a tranqüilidade e o conforto.


VÉU: Simboliza o mistério. A retirada do véu representa a revelação, o conhecimento e a iniciação espiritual.

VIOLETA: Com suas flores pequeninas e meio ocultas pela folhagem, as violetas tornaram-se símbolos da modéstia, da humildade, da submissão e da simplicidade. A cor violeta representa o equilíbrio, a espiritualidade e a fidelidade.

5 comentários:

Gosto das coisas simples.Elas são o último refúgio de um espírito complexo." disse...

Oi Beth !!!
Cheguei aqui e nem tive vontade de sair!!!rsrrsrs
Muito legal seu space!
Bjosss

EQUION disse...

saldações a todos

estou coletando informações sobre lendas relacionadas a possiveis guardiões que velam o sono das crianças se existem lendas indigenas (na América,na Europa,na Ásia e na Oceania)quero saber se tais guardiões podem ser brinquedos,amuletos ou seres elementais.

Rodolfo

EQUION disse...

gostaria de saber se existem lendas na cultura indigena dos cinco continentes sobre guardiões que velam pelo sono das crianças e se esses guardiões estão relacionados a brinquedos, amuletos ou somente a seres elementais?

Rodolfo

EQUION disse...

gostaria de saber se existem lendas na cultura indigena dos cinco continentes sobre guardiões que velam pelo sono das crianças e se esses guardiões estão relacionados a brinquedos, amuletos ou somente a seres elementais?

Rodolfo

EQUION disse...

gostaria de saber se existem lendas na cultura indigena dos cinco continentes sobre guardiões que velam pelo sono das crianças e se esses guardiões estão relacionados a brinquedos, amuletos ou somente a seres elementais?

Rodolfo